O controlador recebe a entrada da visualização, usa a lógica para traduzir a entrada em uma demanda para o modelo (regras de sistemas, regras de negócios etc.), o modelo pega os dados e o controlador passa os dados do modelo de volta para a visualização para o usuário ver. Ver conteúdo
Control (ou controlador): é onde fica o “cérebro” do aplicativo. O controlador conecta o modelo e a visualização. Serve para converter as entradas da visualização em demandas para recuperar ou atualizar dados no modelo. Ver conteúdo
A visualização contém todas as funcionalidades que interagem diretamente com o usuário e isso pode incluir o clicar em um botão ou em um evento de entrada de dados ou funcionalidade; Ver conteúdo
View (ou visualização): trata-se da interface gráfica do usuário ou GUI. Aqui trata-se de uma representação visual dos dados: gráfico, diagrama, tabela, formulário etc. Ver conteúdo
Model (ou modelo): que serve para armazenar e gerenciar dados, ou seja, um banco de dados; Ver conteúdo
O padrão de design MVC serve para separar a camada de apresentação da lógica de negócios. É tudo muito elegante e de entendimento rápido, já que há apenas três elementos principais a se levar em consideração: Ver conteúdo
O MVC é um padrão de design de software previsível, que pode ser usado em muitas estruturas com muitas linguagens de programação, e isso inclui todas as que usei algumas linhas acima para que você pudesse ter ferramentas para executar testes. Ver conteúdo
Por fim, é necessário que você escolha uma arquitetura para sua solução caso seja baseada em software. Para essa finalidade recomendo que você utilize o Model View Controller (MVC), por motivos de facilidade de entendimento e de facilidade na construção. Ver conteúdo
Portanto, entenda que qualquer forma de validação em software (de requisitos ou de código) não está focada no caminho que você percorreu para chegar ao destino, mas sim, se você atingiu o alvo. Ver conteúdo
Poder ser modificada conforme necessário; Documentar seus atributos e garantir que eles são realmente o que os clientes precisam; Vincular facilmente a esses requisitos os códigos e testes. Ver conteúdo
Então, a validação é uma etapa crítica para encontrar requisitos ausentes e garantir que eles tenham uma variedade de características importantes: Descrever corretamente a necessidade do usuário final; Ter apenas um significado exato; Ver conteúdo
De forma simples, vou descrever aqui que a validação de requisitos, independente de qual metodologia utilize, trata de garantir que os requisitos tenham alcançado os objetivos do negócio, atendam às necessidades de quaisquer partes interessadas relevantes e sejam claramente compreendidos pelos desenvolvedores. Ver conteúdo
Isso infelizmente não aflige com dúvidas apenas os testes, há dúvidas também em outra fase importante que trata da validação dos requisitos. Muitos estudantes perguntam como validar os requisitos quando utilizamos metodologia ágil e se é a mesma coisa com metodologias sequenciais ou tradicionais. Ver conteúdo
A validação se concentra em garantir que as partes interessadas obtenham o produto que desejam. No esforço de validação não importa como você chegou lá, apenas que você chegou e que tudo está conforme o esperado. Ver conteúdo
Enquanto a verificação ocorre enquanto o produto ainda está em desenvolvimento, a validação é realizada após a conclusão de um determinado módulo, ou mesmo a conclusão de toda a aplicação. Ver conteúdo
Essas verificações podem ser algo tão simples quanto ler as especificações e compará-las com a lógica do código para garantir que estejam alinhadas. O processo de verificação incluirá atividades como revisões de código, orientações, inspeções, mas poucos, se houver, testes reais. Ver conteúdo
A verificação do desenvolvimento refere-se à verificação do aplicativo que ainda está em desenvolvimento, para garantir que está de acordo com essas especificações. Ver conteúdo
Outros termos que causam confusão entre os desenvolvedores são as diferenças entre verificação e validação. Embora a distinção possa parecer trivial, os dois cumprem objetivos muito distintos. Ver conteúdo
Na prática, a eficiência muitas vezes acaba por estar em conflito com outros atributos, por exemplo, manutenção e testabilidade. Ver conteúdo
Todavia, isso não é necessariamente aplicado ao software ou a certas soluções que utilizam abstrações matemáticas e algoritmos para sua construção. As características de alto nível do software de qualidade são confiabilidade, testabilidade, usabilidade, eficiência, capacidade de carga e manutenção. Ver conteúdo
O sucesso desses métodos depende da definição do que constitui um produto de qualidade, da determinação de propriedades mensuráveis que refletem a qualidade, da derivação de critérios significativos de teste baseados nas quantidades mensuráveis e da formulação de testes adequados para garantir essa qualidade. Ver conteúdo
O teste é a técnica tradicional utilizada para determinar e garantir a qualidade dos produtos. Trata-se, em linhas gerais, da definição ou descrição de um produto de qualidade e os métodos de teste utilizados para garantir que ela seja bem estabelecida. Ver conteúdo
Por fim, um conceito importantíssimo no desenvolvimento de um projeto, e que ocorre durante seu desenvolvimento, é o teste, ou seja, verificação e validação da solução. Ver conteúdo
Porém, não é bem documentado e muda rapidamente, de modo que acompanhar todos os seus recursos pode ser um desafio, mesmo com os vídeos e cursos que tem por aí. Ver conteúdo
O Git se tornou o método preferido para muitos desenvolvedores de software de código aberto compartilharem e colaborarem em projetos. Ver conteúdo
Por outro lado, o Git, que está inserido no popular GitHub, permite colaboração, revisão de código e gerenciamento de código tanto para open source quanto projetos privados. Ver conteúdo
Mesmo que nesse desafio você tenha que desenvolver sozinho sua solução, é mandatório utilizar controle de versionamento. Há vários softwares que podem fazer isso com maestria, os mais populares mundialmente são Subversion (também conhecido como SVN), Git, Mercurial e Bazar. Vou focar no SVN e no conhecido Git. Ele depende de um repositório central. Ver conteúdo
Melhora a produtividade da equipe e permite a colaboração; Melhora a comunicação da equipe com uma solução confiável; Reduz erros e conflitos de desenvolvimento; Melhora a satisfação do cliente com versões de software confiáveis. Ver conteúdo
E isso estressa em demasia, como você já deve ter se deparado em algum momento de sua jornada. Para isso eu indico fortemente que você, durante sua codificação, caso não opte por utilizar ferramentas no-code, que utilize um controlador de versionamento, porque ele: Ver conteúdo
Quando programamos temos muitas vezes o hábito ruim de sobrescrever alterações sobre alterações, código sobre código, o que com certeza dificulta quando precisamos encontrar bugs ou pior, quando o código para de funcionar, não conseguimos retornar a uma versão anterior que o permita funcionar novamente. Ver conteúdo