Diante do exposto, podemos compreender a importância da citopatologia no diagnóstico de doenças, pois esse ramo envolve o estudo de células e tecidos ou fluidos corporais para determinar um diagnóstico. Ver conteúdo
Displasia: é uma condição em que ocorre um arranjo anormal das células por conta de uma mudança em seu comportamento normal de crescimento. Ver conteúdo
Um estímulo anormal induz essa condição, que geralmente se apresenta na extremidade inferior do esôfago em virtude do refluxo gastroesofágico crônico; Ver conteúdo
Metaplasia: é uma condição de mudança na identidade celular pela substituição de um tipo de células saudáveis por outro tipo de células saudáveis em um tecido ou órgão. Ver conteúdo
Atrofia por desuso é um termo usado para condições em que a atrofia ocorre em um tecido (ou órgão) específico após o desuso prolongado dessa estrutura. A atrofia de células ou tecidos ocorre em razão de uma perda geral de organelas celulares, proteínas e citoplasma; Ver conteúdo
Atrofia: é exatamente o oposto da hipertrofia, ou seja, as células começam a diminuir de tamanho, levando a uma diminuição geral no tamanho de um tecido ou de um órgão. A atrofia do timo após a meia-idade é um exemplo clássico de atrofia fisiológica. Ver conteúdo
A hiperplasia prostática benigna (HPB) é o melhor exemplo de hiperplasia benigna. A hiperplasia endometrial no carcinoma endometrial não é infrequente. A hiperplasia endometrial é um estado patológico em que o tecido glandular endometrial e o estroma que reveste o útero apresentam alterações hiperplásicas graves; Ver conteúdo
Hiperplasia: é uma condição em que as células se dividem rapidamente, levando a um aumento geral do tamanho da estrutura. Pode ser fisiológica ou patológica. O melhor exemplo de um tipo fisiológico é o útero grávido. Patologicamente, pode ser benigna ou maligna. Ver conteúdo
É melhor visualizada no útero grávido e nos músculos dos fisiculturistas. Esse aumento da massa muscular é atribuído a um fator de crescimento de proteína chamado fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1); Ver conteúdo
Hipertrofia: é uma condição na qual as células/fibras musculares ganham massa muscular muito além de sua capacidade, sem que haja aumento do número de fibras, mas com aumento geral do tamanho da estrutura. Ver conteúdo
A partir dos estímulos externos ou demandas ambientais, as células passam por diversas mudanças, tanto fisiológicas quanto patológicas, as quais podem levar à progressão para a doença. Essas mudanças podem ser classificadas em cinco tipos, sendo denominados adaptações celulares: Ver conteúdo
Cada camada germinativa é identificada por sua posição relativa: ectoderma (ecto = externo), mesoderma (meso = meio) e endoderma (endo = interno). Observe, na Figura 4, a descrição das três camadas germinativas e sua derivação para a formação dos órgãos. Ver conteúdo
À medida que a proliferação celular progride, três linhagens celulares principais são estabelecidas dentro do embrião. Conforme será explicado em um capítulo posterior, cada uma dessas linhagens de células embrionárias forma distintas camadas germinativas, a partir das quais todos os tecidos e órgãos do corpo humano eventualmente se formam. Ver conteúdo
Após a fertilização, o zigoto dá origem a ciclos mitóticos rápidos, gerando muitas células para formar o embrião. As primeiras células embrionárias geradas têm a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo de célula do corpo e, como tal, são chamadas de totipotentes, o que significa que cada uma tem a capacidade de se dividir, diferenciar-se e se desenvolver em um novo organismo. Ver conteúdo
É importante associar seus conhecimentos embriológicos e lembrar que todos os tecidos básicos têm uma origem embrionária. O zigoto, ou óvulo fertilizado, é uma única célula formada pela fusão de um óvulo e um espermatozoide. Ver conteúdo
Cada uma dessas categorias é caracterizada por funções específicas, que contribuem para a saúde geral e a manutenção do corpo. Uma ruptura da estrutura é sinal de lesão ou doença. Ver conteúdo
O tecido nervoso também é excitável, permitindo a propagação de sinais eletroquímicos na forma de impulsos nervosos que se comunicam entre diferentes regiões do corpo. Ver conteúdo
O tecido muscular é excitável, respondendo à estimulação e contraindo-se para fornecer movimento. São três os tipos principais: músculo esquelético (voluntário), músculo liso e músculo cardíaco no coração. Ver conteúdo
De forma geral, podemos dizer que o tecido epitelial, também conhecido como epitélio, refere-se às folhas de células que cobrem as superfícies externas do corpo, revestem as cavidades e as passagens internas e formam certas glândulas. O tecido conjuntivo, como o próprio nome indica, une as células e os órgãos do corpo e tem como funções a proteção, o suporte e a integração de todas as partes do corpo. Ver conteúdo
Embora existam muitos tipos de células no corpo humano, elas são organizadas em quatro grandes categorias de tecidos: epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso. Observe, na Figura 3, uma descrição e um esquema de cada tipo de tecido. Ver conteúdo
O termo tecido é usado para descrever um grupo de células encontradas juntas no corpo. Dentro de um tecido, as células compartilham uma origem embrionária comum. Ver conteúdo
O objetivo fundamental da histologia é determinar como os tecidos são organizados em todos os níveis estruturais, desde as células e substâncias intercelulares até os órgãos. Ver conteúdo
Avançando na organização biológica, após o nível celular, passamos para o nível tecidual. A histologia é um ramo da biologia que trata da composição e da estrutura dos tecidos vegetais e animais em relação às suas funções especializadas. Ver conteúdo
Além de ser fonte de energia, também é utilizada em vias de transdução de sinal para comunicação celular e é incorporada ao ácido desoxirribonucleico durante a síntese de DNA. Ver conteúdo
A adenosina trifosfato, também conhecida como ATP, é uma molécula que transporta energia dentro das células. É a principal “moeda de energia” da célula e um produto final dos processos de fotofosforilação (adição de um grupo fosfato a uma molécula utilizando a energia da luz), respiração celular e fermentação. Todas as coisas vivas usam a ATP. Ver conteúdo
Além dessas organelas citoplasmáticas, encontramos também o núcleo, envolto por um sistema de membranas e contendo, em seu interior, a informação genética (ácido desoxirribonucleico espiralado de fita dupla – DNA ), necessária para o crescimento e reprodução celular. A Figura 2 mostra um esquema didático de uma organização celular. Ver conteúdo
Entre todas essas organelas, há um espaço no citoplasma chamado citosol. Esse espaço contém uma estrutura organizada de moléculas fibrosas que constituem o citoesqueleto, que, por sua vez, dá forma à célula, permite que as organelas se movam dentro da célula e fornece um mecanismo pelo qual a própria célula pode se mover. Ver conteúdo
Podemos citar, como exemplos, as mitocôndrias, que são responsáveis pelas transações de energia necessárias para a sobrevivência celular; os lisossomos, que digerem materiais indesejados dentro da célula; e o retículo endoplasmático e o aparelho de Golgi, que desempenham papéis importantes na organização interna da célula, sintetizando moléculas selecionadas e, em seguida, processando, classificando e direcionando-as para seus locais apropriados. Ver conteúdo
Assim como nossos corpos precisam de diferentes tipos de órgãos e tecidos para funcionar adequadamente, as células também possuem partes especializadas, chamadas organelas, que cumprem funções específicas e sem as quais as células não conseguem sobreviver. Ver conteúdo
As células são envolvidas por uma membrana plasmática, que forma uma barreira seletiva, permitindo a entrada de nutrientes e a saída de produtos residuais. Ver conteúdo