A fisiologia humana é o estudo científico da química e da física das estruturas do corpo. A fisiologia explica como as estruturas do corpo trabalham juntas para manter a vida. É difícil estudar a estrutura (anatomia) sem conhecer a função (fisiologia). As duas disciplinas são tipicamente estudadas juntas porque forma e função estão intimamente relacionadas em todos os seres vivos. Ver conteúdo
Desde então, muitas outras técnicas, incluindo tomografia computadorizada, ressonância magnética, PET e ultrassonografia, foram desenvolvidas, propiciando visualizações mais precisas e detalhadas da forma e das funções do corpo humano. Ver conteúdo
Desenhos anatômicos detalhados do corpo humano tornaram-se disponíveis pela primeira vez nos séculos XV e XVI. No entanto, foi somente no final do século XIX, com a descoberta dos raios X, que os anatomistas e médicos descobriram métodos não cirúrgicos para observar o interior de um corpo vivo. Ver conteúdo
O plano frontal é o plano que divide o corpo ou um órgão em porções anterior (frente) e posterior (traseira). O plano frontal é muitas vezes referido como plano coronal (corona é latim para “coroa”). O plano transverso é aquele que divide o corpo ou o órgão horizontalmente, em porções superior e inferior. Planos transversais produzem imagens referidas como seções transversais. Ver conteúdo
O plano mediano ou sagital é o que divide o corpo (ou um órgão) verticalmente, em lados direito e esquerdo. Se esse plano vertical corre diretamente para baixo, no meio do corpo, ele é chamado de plano mediano ou sagital mediano. Se divide o corpo em lados desiguais, direito e esquerdo, é chamado de plano parassagital – ou, menos comumente, de corte longitudinal. Ver conteúdo
Chamamos isso de varredura. Um plano é uma superfície bidimensional imaginária que passa pelo corpo. Existem três planos comumente referidos em anatomia e medicina, conforme ilustrado na Figura 7. Ver conteúdo
Uma seção é uma superfície bidimensional de uma estrutura tridimensional que foi cortada. Os modernos dispositivos de imagem permitem que os médicos obtenham “seções virtuais” de corpos vivos. Ver conteúdo
Por exemplo, uma cicatriz na “região anterior (frente) do carpo (punho)” estaria presente no lado palmar do pulso. O termo “anterior” seria usado mesmo se a mão estivesse com a palma voltada para baixo sobre uma mesa. Observe a posição anatômica e os termos regionais e direcionais na Figura 7. Ver conteúdo
Assim como os mapas geográficos são normalmente orientados com o Norte no topo, o “mapa” padrão anatômico (ou posição anatômica) é aquele com o corpo em pé, com os pés paralelos, na largura dos ombros, e os dedos dos pés para a frente. Os membros superiores estão estendidos para os lados correspondentes, e as palmas das mãos, voltadas para a frente. Não importa como o corpo que está sendo descrito está orientado; os termos são usados como se ele estivesse em posição anatômica. Ver conteúdo
Anatomistas e profissionais de saúde usam uma terminologia que pode parecer confusa para os não iniciados. No entanto, o objetivo dessa linguagem não é confundir, mas, sim, aumentar a precisão e reduzir os erros médicos. Para aumentar ainda mais a precisão, os anatomistas padronizam a maneira como veem o corpo. Ver conteúdo
Seu conhecimento nesse campo o ajudará a compreender aspectos nutricionais, medicamentos, dispositivos médicos e procedimentos, assim como doenças genéticas ou infecciosas, entre outros pontos relacionados à saúde. Ver conteúdo
O conhecimento de anatomia e fisiologia, além de fundamental para qualquer carreira na área da saúde, também pode beneficiar sua própria saúde. A familiaridade com o corpo humano pode ajudá-lo a fazer escolhas saudáveis e levá-lo a tomar as medidas adequadas quando eventualmente surgirem sinais de doença. Ver conteúdo
A dissecção é a base para todas as pesquisas anatômicas. O registro mais antigo de seu uso foi feito pelos gregos, que chamaram a dissecção de "anatomia" (de ana temnein, que significa “cortar”). Ver conteúdo
Normalmente, refere-se ao estudo das estruturas grandes o bastante para serem examinadas sem a ajuda de dispositivos de aumento, enquanto a anatomia microscópica trata do estudo de unidades estruturais tão pequenas que podem ser observadas apenas com um microscópio de luz. Ver conteúdo
A morfologia, geralmente chamado de anatomia, é um campo da área da saúde que objetiva identificar e descrever as estruturas corporais dos seres vivos. A anatomia macroscópica envolve o estudo das principais estruturas do corpo por dissecção e observação e, em seu sentido mais restrito, preocupa-se apenas com o corpo humano. Ver conteúdo
Sendo assim, a partir desses níveis de organização, entramos no aspecto que objetiva estudar a forma e, por conseguinte, a função dos órgãos e sistemas, ou seja, a partir deste ponto, passamos a estudar a morfofisiologia. Ver conteúdo
O próximo nível de organização é o órgão, onde vários tipos de tecidos se unem para formar uma unidade de trabalho. Assim como é importante conhecer a estrutura e a função das células para conseguir estudar os tecidos, o conhecimento dos tecidos ajuda a entender como os órgãos funcionam. Ver conteúdo
Quando o material está completamente permeado pela parafina derretida, ele é resfriado em temperatura ambiente, de modo que a parafina solidifique. A parafina atua como um suporte físico para a amostra, permitindo que cortes finos (2 a 7 μm) sejam obtidos sem deformação da estrutura e da arquitetura celular (LOWE, 2016). Ver conteúdo
A seguir, o álcool é substituído por um solvente orgânico que seja miscível com água e com a parafina líquida (o álcool não é miscível com parafina). O espécime resultante é imerso na parafina a uma temperatura um pouco acima do ponto de fusão da parafina, que é sólida à temperatura ambiente. Ver conteúdo
A amostra de tecido é geralmente fixada em uma solução aquosa à base de formalina (formol a 10%) e, em seguida, progressivamente desidratada pela passagem de uma série de soluções de álcoois (p. ex., 60%, 70%, 90%, 100%), até que toda a água (água intrínseca dos tecidos e a água presente no fixador) tenha sido removida e o espécime esteja completamente permeado pelo álcool absoluto. Ver conteúdo
Processamento do Material Histológico com Inclusão em Parafina A inclusão em parafina é o método padrão de preparação de cortes histológicos para análise pela microscopia de luz. É um método barato, comparativamente simples e passível de automação. Ver conteúdo
Esse tipo de morte é frequentemente observada em isquemia, traumas e possivelmente algumas formas de neurodegeneração. Veja, na Figura 6, a representação desses dois tipos de morte celular e suas diferenças. Ver conteúdo
Fase pré-letal causada pelo rompimento de bombas iônicas, como ca+ influxo; Ruptura da membrana plasmática e subsequente perda de organelas intracelulares sem condensação severa da cromatina, mas com dna degradado aleatoriamente. Ver conteúdo
Em contraste, a morte celular por necrose é caracterizada, principalmente, por ruptura de membrana e independência de caspase. A necrose é estimulada por uma série de fatores externos, como infecção, toxinas e lesões físicas, que levam a alterações morfológicas, como: Edema citoplasmático (oncose); Ver conteúdo
Três vias de sinalização são conhecidas por desencadear a morte celular apoptótica: a via extrínseca (receptores de morte), a via intrínseca (mitocondrial) e a via perforina/granzima. Ver conteúdo
Dadas as características morfológicas e os mecanismos moleculares, a apoptose retém a integridade da membrana celular e ocorre de maneira dependente das caspases. De maneira geral, a apoptose envolve uma série de eventos rigidamente controlado, sendo caracterizada por encolhimento celular, formação de bolhas na membrana, perda de organelas posicionais, condensação e fragmentação do DNA Ver conteúdo
Uma classificação mais simples divide os processos de morte celular em programada e não programada. A morte celular programada (apoptose) é conduzida por vias de transdução de sinal intracelular fortemente reguladas. Em contraste, a morte celular acidental (necrose) ocorre como resultado de lesão celular inesperada. Ver conteúdo
Morte celular, sobrevivência, proliferação e diferenciação representam processos fundamentais da vida. A morte celular desempenha um papel fundamental no desenvolvimento embrionário, mantendo a homeostase do organismo e eliminando as células danificadas. Ver conteúdo
As células têm um repertório limitado de respostas à lesão, dependendo do tipo de célula e da natureza da lesão. Essas respostas podem ser categorizadas como: (1) adaptação; (2) degeneração; ou (3) morte. A Figura 5 mostra os diferentes estímulos e formas de morte celular. Ver conteúdo
As amostras são analisadas sob um microscópio para que sejam observadas possíveis características ou anormalidades nas células. Os profissionais de saúde usam a citologia em muitas áreas da medicina, mas os testes de citologia são mais comumente utilizados para rastrear ou diagnosticar o câncer. Ver conteúdo