Já os gânglios autônomos estão na cadeia simpática, nos gânglios paravertebrais ou pré-vertebrais associados e em gânglios terminais próximos ou dentro dos órgãos controlados pelo sistema nervoso autônomo. Ver conteúdo
O sistema nervoso periférico é composto por grupos de neurônios (gânglios) e feixes de axônios (nervos), que estão fora do cérebro e da medula espinhal. Os gânglios são de dois tipos: sensoriais ou autônomos. Os gânglios sensoriais contêm neurônios sensoriais unipolares e são encontrados na raiz dorsal de todos os nervos espinhais, bem como associados a muitos dos nervos cranianos. Ver conteúdo
A meningite bacteriana pode resultar em morte em 5 a 40% dos casos diagnosticados em crianças e em 20 a 50% dos casos diagnosticados em adultos. O tratamento da meningite bacteriana é feito com antibióticos; no entanto, a meningite viral não pode ser tratada dessa maneira, já que os vírus não respondem a esse tipo de medicamento. Ver conteúdo
O teste primário para meningite é realizado por meio de uma punção lombar. Uma agulha é inserida na região lombar da coluna vertebral, através da dura-máter e da membrana aracnoide, no espaço subaracnóideo, para retirar o fluido para testes químicos. Ver conteúdo
Uma das possíveis consequências mais sérias da meningite é o dano às estruturas periféricas, em virtude dos nervos que passam pelas meninges. A perda auditiva é um resultado comum da meningite. Ver conteúdo
Os sintomas associados à meningite incluem febre, calafrios, náuseas, vômitos, sensibilidade à luz, dor no pescoço e dor de cabeça intensa. Mais importantes são os sintomas neurológicos, como alterações do estado mental, confusão, déficits de memória e outros sintomas do tipo demência. Ver conteúdo
A meningite bacteriana pode ser causada por Streptococcus, Staphylococcus ou o patógeno da tuberculose, entre muitos outros. A meningite viral geralmente é consequência de enterovírus comuns (como aqueles que causam distúrbios intestinais), mas pode ser o resultado do vírus do herpes ou do vírus do Nilo Ocidental. A meningite bacteriana tende a ser mais grave. Ver conteúdo
A meningite é uma inflamação das meninges, ou seja, das três camadas de membrana fibrosa que envolvem o SNC. A meningite pode ser causada por infecção por bactérias ou vírus. Os patógenos típicos não são específicos da meningite; é apenas uma inflamação desse conjunto específico de tecidos como parte do que pode ser uma infecção mais ampla. Ver conteúdo
Abaixo da aracnoide, há uma malha fina e filamentosa chamada trabécula aracnoide, que se parece com uma teia de aranha, o que explica seu nome. Diretamente adjacente à superfície do SNC está a pia-máter, uma fina membrana fibrosa que segue as circunvoluções dos giros e sulcos no córtex cerebral e se encaixa em outros sulcos e reentrâncias. Ver conteúdo
A superfície externa do SNC é coberta por uma série de membranas compostas de tecido conjuntivo, chamadas meninges, que protegem o cérebro. A dura-máter é uma espessa camada fibrosa que funciona como uma forte bainha protetora sobre todo o cérebro e a medula espinhal. Está ancorada na superfície interna do crânio e na cavidade vertebral. Já a aracnoide-máter é uma membrana de tecido fibroso fino que forma um saco frouxo ao redor do SNC. Ver conteúdo
As experiências conscientes de uma pessoa são baseadas na atividade neural no encéfalo. A regulação da homeostase é governada por uma região especializada no cérebro. A coordenação dos reflexos depende da integração das vias sensoriais e motoras na medula espinhal. Ver conteúdo
A medula espinhal é uma estrutura única, enquanto o encéfalo adulto é descrito em termos de quatro regiões principais: Telencéfalo; Diencéfalo; Tronco cerebral; Cerebelo. Ver conteúdo
O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC – Figura 11) e sistema nervoso periférico (SNP – Figura 14). O encéfalo e a medula espinhal formam o sistema nervoso central e representam os principais órgãos do sistema nervoso. Ver conteúdo
Cada um também tem sua própria função, dependendo de suas propriedades intrínsecas e localização, bem como de suas entradas em outros grupos selecionados de neurônios e de sua capacidade de integrar essas entradas e transmitir a informação para outro grupo seleto de neurônios. Observe, na Figura 13, a estrutura de um neurônio. Ver conteúdo
No cérebro humano, existem entre 85 bilhões e 200 bilhões de neurônios. Cada neurônio tem uma identidade própria, expressa por sua interação com outros neurônios e por suas secreções. Ver conteúdo
Após receber a “mensagem” química, a célula-alvo responde em milissegundos; essa resposta, então, cessa muito rapidamente, assim que a sinalização neural termina. Dessa maneira, a comunicação neural possibilita funções corporais que envolvem ações rápidas e breves, como movimento, sensação e cognição. Agora, vamos entender um pouco sobre a organização do sistema nervoso. Ver conteúdo
Quando um sinal elétrico na forma de um potencial de ação chega ao terminal sináptico, ele se difunde através da fenda sináptica (a lacuna entre um neurônio emissor e um neurônio receptor ou célula muscular). Uma vez que os neurotransmissores interagem (ligam-se) com os receptores na célula receptora (pós-sináptica), a estimulação do receptor é transduzida em uma resposta, como sinalização elétrica contínua ou modificação da resposta celular. Ver conteúdo
O sistema nervoso utiliza dois tipos de comunicação intercelular – sinalização elétrica e sinalização química –, seja pela ação direta de um potencial elétrico, seja, em último caso, pela ação de neurotransmissores químicos, como a serotonina ou a norepinefrina. Os neurotransmissores agem local e rapidamente. Ver conteúdo
No corpo humano, dois sistemas de órgãos principais participam de uma comunicação de “longa distância”: o sistema nervoso e o sistema endócrino. Juntos, eles são os principais responsáveis pela manutenção da homeostase no corpo. Ver conteúdo
Uma vez detectadas, essas mudanças internas e externas devem ser analisadas, para que o corpo encontre uma forma de sobreviver. Um fator necessário para a sobrevivência é uma reação (ou resposta) rápida. A comunicação é um processo no qual um emissor transmite sinais para um ou mais receptores, a fim de controlar e coordenar ações. Ver conteúdo
Comunicação, Integração, Controle e Homeostasia Todos os organismos vivos são capazes de detectar mudanças dentro de si e no ambiente à sua volta. As mudanças no ambiente externo referem-se a aspectos como luz, temperatura, som, movimento e odor, enquanto as mudanças no ambiente interno dizem respeito à posição da cabeça e dos membros, bem como aos órgãos internos. Ver conteúdo
A taxa de dano é variável, sendo que o ambiente e a nutrição desempenham um papel relevante no dano oxidativo no envelhecimento do corpo. As vias de sinalização da insulina são importantes, assim como a inflamação crônica, que impulsiona a produção de espécies reativas de oxigênio. Ver conteúdo
DNA mitocondrial e peroxidação lipídica, resultando em redução da produção de energia celular e, eventualmente, causando morte celular. Ver conteúdo
O dano oxidativo resulta em: Danos ao ácido desoxirribonucleico cromossômico nuclear (DNA); Encurtamento dos telômeros (o envelhecimento está associado ao encurtamento dos telômeros); Ver conteúdo
Os fatores genéticos respondem por cerca de 25% da variação na expectativa de vida humana, e os fatores nutricionais e ambientais determinam o restante. Um grande acúmulo de danos moleculares ocorre em razão das espécies reativas de oxigênio produzidas durante o metabolismo do oxigênio para produzir energia celular. Ver conteúdo
É essencial distinguir os processos normais do envelhecimento das alterações patológicas que ocorrem no contexto da doença, que são marcadamente mais drásticas em virtude da diminuição ou da perda total dos mecanismos compensatórios. Ver conteúdo
Praticamente todos os sistemas de órgãos passam por alterações fisiológicas associadas ao envelhecimento. Cumulativamente, a perda de renovação celular, a diminuição da função das membranas mucosas, a caquexia e a perda de massa muscular esquelética, o aumento da diminuição aterosclerótica na complacência vascular e a atrofia cerebral contribuem para a variedade de mudanças que vemos no envelhecimento. Ver conteúdo
Biologicamente falando, o envelhecimento – ou senescência, termo que descreve com mais precisão os processos que ocorrem do ponto de vista biológico – é uma culminação crônica e normal da perda de mecanismos regenerativos e bioprotetores específicos que ocorrem ao longo do tempo em um organismo. Ver conteúdo
Portanto, células se combinam para formar tecidos, tecidos se combinam para formar órgãos, órgãos se combinam para formar sistemas de órgãos e sistemas de órgãos se combinam para formar organismos. Veja, nas Figuras abaixo, um resumo dos sistemas e suas funções. Ver conteúdo
Sendo assim, os processos vitais do corpo humano são mantidos em vários níveis de organização estrutural, que incluem nível celular, tecidos, órgãos, sistemas de órgãos e organismo. Os níveis mais altos de organização são construídos a partir dos níveis mais baixos. Ver conteúdo